segunda-feira, 12 de julho de 2021
A História da Educação Infantil
quinta-feira, 1 de julho de 2021
TDA e TDAH
Boa tarde!! Hoje vamos conhecer sobre o TDA e TDAH a diferença entre eles
De acordo com a ABDA (Associação Brasileira do Déficit de Atenção), o TDAH é um transtorno neurobiológico de causas genéticas ou não, que aparece na infância e acompanha o indivíduo a vida toda. Ele se caracteriza por desatenção, inquietude, hiperatividade e impulsividade.
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, ocorre quando, o indivíduo apresenta comportamento hiperativo e impulsivo, ou tipo combinado (que veremos mais adiante nessa postagem).
Já o Transtorno de Déficit de Atenção do tipo desatento, ocorre quando a criança demonstra ter dificuldade de concentração e conclusão de uma determinada atividade devido a facilidade de dispersão.
Além da desatenção, a criança pode não ter motivação para estudar, ou fazer tarefas simples, não conseguir expressar sentimentos, falar excessivamente ou falar pouco, ter dificuldade de aguardar a sua vez, seja em conversas ou brincadeiras, dificuldade de manter o foco.
Existem 3 tipos de TDAH:
1. Tipo desatento
2. Tipo hiperativo/impulsivo
3. Tipo combinado
Vamos conhecer cada um deles?
1. Tipo desatento:
Comete erros que parece descuido
Dificuldade de prestar atenção aos detalhes
Dificuldade de manter o foco em leituras ou atividades.
Não parece ouvir durante a conversa, parecendo distraído internamente, pensando em outras coisas
Não fica sentado por muito tempo
Apresenta concentração em assuntos que geram interesse
Evita tarefas que envolvam esforço mental.
Dificuldades de permanência em atividades que não há interesse
Tipo hiperativo/impulsivo
Impaciência em situações de espera
Hipersensibilidade
Move mãos e pés com frequência
Dificuldade em ficar sentado, se levanta, se movimenta, mesmo em situações que se sentar é o esperado.
Tem muita energia e está sempre em movimento
Fala continuamente
Fala o que vem à mente
O Cérebro da Criança com TDAH
As crianças geralmente têm dificuldade para controlar seu comportamento, porque possui um déficit estrutural do córtex pré frontal do cérebro nas áreas de tomada de decisões, controlam a atenção, o freio dos impulsos, planejamento. Isso dificulta a capacidade de prestar atenção, entender consequência das ações, reconhecer o erro.
A maneira que o cérebro das crianças funciona é diferente. Elas têm uma maneira diferente de ver o mundo ao seu redor. São muito inteligentes e criativas. Podem aprender como qualquer um.
E na escola?
São rotulados, chamados de burros, colocam apelidos desagradáveis, enfim, não há inclusão dentro da sala de aula. Soa familiar né? Mas como resolver isso?
Atividades lúdicas como jogos e brincadeiras são importantes para que a criança treine a esperar, a atenção e o freio moral, desafios.
A aula deve ser motivadora, dinâmica, prática, linguagem simples e objetiva para ver se realmente entendeu o que foi falado. Repete os conteúdos fundamentais para que o aluno memorize.
Em casa, eu recomendo a rotina. É essencial a rotina, pois facilita a criança se organizar. Falar de forma clara e objetiva para que a criança entenda.
Estabelecer regras e limites.
Atividades com músicas
Crianças gostam muito de elogios!!
Acolhimento é fundamental para a aprendizagem do aluno e seu filho.
Espero ter ajudado
Um abraço
Prof. Vany Haddad
domingo, 13 de junho de 2021
Birra Infantil: O que é, por que acontece e como lidar?
sexta-feira, 2 de abril de 2021
DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO
Boa noite!! Apresento a vocês curiosidades sobre o Dia Mundial da Conscientização do Autismo.
Todo dia 2 de abril comemoramos esse dia, afim de conscientizar as pessoas com informações do espectro.
Esse dia foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2007, para incentivar as ações e apoiar as pesquisas que visam melhorar o bem estar e a inclusão.
O Dia Mundial da Conscientização do Autismo, apoia causas que promovem a conscientização sobre o TEA nas escolas, as crianças podem conhecer o tema e a importância da diversidade.
Essas ações são importantes para difundir os sinais de autismo para que as pessoas saibam mais sobre o assunto.
Autismo não é uma doença! É a maneira diferente de ver o mundo.
Eles são normais!
Inclua, acolhe e entenda!
Espero que tenham gostado!!
Um abraço
Profª Vany Haddad
Fonte de pesquisa
SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "2 de abril – Dia Mundial de Conscientização do Autismo"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/2-de-abril-dia-mundial-de-conscientizacao-do-autismo.htm. Acesso em 02 de abril de 2021.
https://institutoneurosaber.com.br/dia-mundial-de-conscientizacao-do-autismo/
Acesso em 02 de abril de 2021
sábado, 20 de março de 2021
ZONA DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL
Boa noite!!
Vamos conhecer a ZDP (Zona de Desenvolvimento Proximal) baseado em Vygotsky.
ZDP é a distância entre as práticas que uma criança já domina e as atividades que ela necessita de ajuda para excutá-las. Para Vygostsky, é um caminho entre dois pontos que ela pode desenvolver mentalmente por meio da interação e trocas de experiências. A ideia da ZDP é que a aprendizagem deve priorizar o que o aluno pode aprender a fazer sozinho no futuro, com base no que já consegue fazer com ajuda no presente.
Por exemplo, ao resolver um problema ou executar uma determinada tarefa, temos como base nos pontos fundamentais em sala de aula:
1. Olhar a criança como um todo.
2. Estimular a criança pensar sobre uma resolução de um problema.
3. Entender que cada aluno tem a sua ZDP.
4. Cada criança tem seu ritmo.
5. Entender a dificuldade de cada um.
6. Prestar atenção naquilo que o aluno tem a dizer baseado nos conhecimentos do dia a dia.
7. Entender que a criança vem para escola com conhecimentos prévios.
Considerando que a ZDP não é uma propriedade estável e estática, o papel do professor ao oferecer ajuda ao aluno supõe criar diferentes caminhos permitindo que o pensamento do aluno vá se modificando em direção as tarefas mais complexas.
Nós professores devemos em sala de aula criar um vínculo respeitoso e afetivo com as crianças, fazendo com que descubram em nós um efetivo ajudante, um mediador, disposto a fazê-las caminhar com eficiência e segurança.
Nós precisamos passar para os nossos alunos a segurança e confiança, mostrando para eles que estamos ali para ajudar, contribuir e estimular.
Em resumo, o professor não vai intervir na ZDP dos alunos, porque são várias, e base teórica. Na prática, precisamos estimular o aluno a pensar e aprender, de forma segura, respeitando o tempo e ritmo de cada um.
As crianças precisam de pessoas que acreditem no seu potencial.
"Sem afetividade não há aprendizagem." Henri Wallon.
Espero que tenham gostado!!
Um abraço
Prof. Vany Haddad
sábado, 30 de janeiro de 2021
Parte 4: Paralisia Cerebral na Escola
Boa tarde!! Hoje vamos falar sobre como trabalhar com criança com PC: Um desafio para professores.
Para começar, vamos conceituar o que é Inclusão Escolar.
O conceito de Educação Inclusiva de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial (Brasil, 1999), implica uma postura da escola comum que propõe, no Projeto Político Pedagógico, no currículo, na metodologia de ensino, na avaliação e nas atitudes dos educadores, ações que favorecem a integração social e a sua oposição por práticas heterogêneas.
Inclusão Escolar, constitui uma proposta politicamente correta que representa valores simbólicos importantes com igualdade de direitos e de oportunidades educacionais para todos, em um ambiente favorável. Impõe-se como uma perspectiva a ser pesquisada e experimentada na realidade brasileira, reconhecidamente ampla e diversificada.
Como trabalhar com um aluno com PC?
Para trabalhar com um aluno com PC, precisa primeiro conhecê-lo, ver o histórico e laudo dele, assim, o professor pode preparar materiais e/ou provas adaptados para que consiga aprender de maneira eficiente e prazerosa. O professor deve acreditar no potencial do aluno, incluindo ele nas atividades e acompanhando a sua evolução. É preciso entender como o aluno pensa, interage, elabora significados e que caminhos diferentes podem ser utilizados para que ele possa avançar na construção do conhecimento.
Para receber uma criança PC, é necessário que o ambiente seja adaptado. Vale reforçar que precisa de uma rampa e elevador para a locomoção da criança de cadeira de rodas em cada local.
Como é um desafio para um professor sozinho para cuidar de uma sala de aula, se for possível, é ideal que tenha uma auxiliar para dar atenção especial a esse aluno.
É importante que o aluno use canetas e lápis mais grossos presos com elástico ou um adaptador para facilitar o controle dele.
Os papéis e folhas avulsas, são melhores que um caderno, porque eles ficam presos em uma prancheta para dar firmeza. O professor pode escrever com letras grandes para facilitar a escrita.
Se o aluno apresentar problemas na fala e na audição, o professor pode providenciar cartões ou fichas com imagens de tudo o que tem na escola. Assim, o aluno pode apontar para o que ele quer ou o que sente. Pode providenciar também, uma prancha de comunicação para que ele se expresse por meio da escrita ou desenho.
Uma criança com Paralisia Cerebral é inteligente como todos nós!
Cada criança tem o seu tempo!
"Não subestime a capacidade do aluno naquilo que ele é capaz de fazer." Maria Montessori
É importante ressaltar a necessidade de estimular a autonomia da criança, fazendo com ela e não por ela.
Espero que tenham gostado!
Um abraço
Profª Vany Haddad
Fonte da Pesquisa:
https://novaescola.org.br/conteudo/1788/o-que-e-paralisia-cerebral
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
Parte 3: Tipos de Paralisia Cerebral
Boa tarde!!
Hoje vamos falar sobre os tipos de paralisia cerebral.
Existem 5 tipos de paralisia cerebral que podem ser classificadas como:
- Paralisia cerebral espástica: É comum 90% dos casos, sendo caracterizada por reflexos de estiramento exagerados e dificuldades em realizar movimentos devido a rigidez muscular.
- Paralisia cerebral atetóide: É caracterizada por afetar o movimento e a coordenação motora.
- Paralisia cerebral atáxica: refere-se ao tremor intencional e dificuldade em caminhar.
- Paralisia cerebral hipotônica: refere-se as articulações frouxas e músculos enfraquecidos.
- Paralisia cerebral discinética: refere-se aos movimentos involuntários.
