quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência: uma luta por inclusão, respeito e direitos (Versão Atualizada)

 Bom dia!!

Hoje vou falar sobre o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

Vamos descobrir juntos como surgiu essa data?

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é uma importante oportunidade para debater, refletir e conscientizar sobre os direitos, as políticas públicas e as ferramentas necessárias para garantir a inclusão das pessoas com deficiência (PCDs).

O que são políticas de inclusão?

As políticas de inclusão são ações e medidas que buscam garantir que tenhamos uma sociedade acessível para todos.

Para isso, precisamos debater e refletir sobre a acessibilidade, a comunicação, a educação, o mercado de trabalho e as oportunidades oferecidas às pessoas com deficiência.

A inclusão não deve acontecer apenas no papel. Ela precisa estar presente no nosso dia a dia, garantindo participação, autonomia, respeito e igualdade de oportunidades.

Como surgiu essa data e por que ela é comemorada no dia 21 de setembro?

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, foi oficialmente instituído pela Lei nº 11.133, de 14 de julho de 2005.

A escolha da data está relacionada à mobilização do movimento das pessoas com deficiência e à importância de dar visibilidade à luta por direitos, cidadania, acessibilidade e inclusão.

O dia 21 de setembro também coincide com o Dia da Árvore e com a chegada da primavera no Brasil. Essa coincidência acabou dando à data um significado simbólico de renovação, esperança e transformação.

Assim como uma árvore precisa de cuidado para crescer e florescer, uma sociedade também precisa ser cuidada e transformada para que todas as pessoas possam viver com dignidade e participar plenamente dela.

E como está a realidade das pessoas com deficiência no Brasil?

Segundo os dados mais recentes do Censo Demográfico 2022 do IBGE, o Brasil tinha 14,4 milhões de pessoas com deficiência com 2 anos ou mais de idade, o que corresponde a 7,3% da população nessa faixa etária. Os dados foram divulgados pelo IBGE em 2025.

Esse número nos mostra que estamos falando de milhões de brasileiros que fazem parte da nossa sociedade e que devem ter seus direitos respeitados e garantidos.

Entre os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência estão as barreiras físicas, comunicacionais, sociais e atitudinais.

Por isso, falar sobre inclusão é tão importante.

A acessibilidade não beneficia somente uma pessoa. Quando construímos uma sociedade mais acessível e inclusiva, todos podem participar com mais autonomia e segurança.

Ainda temos muito a conquistar!

Felizmente, graças à mobilização de pessoas com e sem deficiência, muitas conquistas foram alcançadas ao longo dos anos, tanto nas políticas públicas quanto na legislação brasileira.

Um exemplo importante é a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que estabelece direitos e busca assegurar condições de igualdade, exercício da cidadania e inclusão social. A legislação também garante à pessoa com deficiência o direito ao trabalho em ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas.

Mas ainda existem muitas barreiras e preconceitos que precisam ser enfrentados.

A luta pela inclusão não termina com a criação de uma lei. É necessário que os direitos sejam conhecidos, respeitados e colocados em prática.

Vamos juntos lutar contra o preconceito e a exclusão social!

Precisamos combater o capacitismo, que é o preconceito e a discriminação contra pessoas com deficiência.

Precisamos aprender a respeitar as diferenças, ouvir as pessoas com deficiência e reconhecer que elas devem ser protagonistas de suas próprias histórias.

A pessoa com deficiência merece respeito, inclusão, oportunidades, acessibilidade e o direito de ser feliz! ❤️

A luta continua!

E essa luta não é somente das pessoas com deficiência.

A inclusão é responsabilidade de todos nós.

Espero que tenham gostado do conteúdo.

Um grande abraço afetuoso! 🤗

Profª Autista: Vany Haddad

Referências

BRASIL. Lei nº 11.133, de 14 de julho de 2005. Institui o Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência. Presidência da República.

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo 2022: 7,3% da população com 2 anos ou mais tinha alguma deficiência. 2025.

BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual reforça luta por inclusão e respeito. 2026. A publicação destaca a importância da acessibilidade, da comunicação adequada e dos apoios necessários para garantir a participação social das pessoas com deficiência.

DIÁRIO PcD. Setembro será de luta, informação e protagonismo no Diário PcD. 1º set. 2026. O texto destaca setembro como um período de mobilização em torno do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, com foco em direitos, inclusão e cidadania.


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Informação também é uma forma de inclusão!

sábado, 18 de abril de 2026

O QUE É INFORMÁTICA?

 Boa noite! Vamos falar sobre Informática.

Hoje em dia, a tecnologia está presente em quase tudo ao nosso redor. Com ela, conseguimos acessar informações do mundo inteiro em poucos segundos.


Mas afinal, o que é Informática? Será que é apenas saber usar um computador? Vamos descobrir juntos.


A Informática é a área que estuda o uso da tecnologia para trabalhar com informações. Isso inclui guardar, organizar, processar e compartilhar dados de forma rápida e automática.


O nome “Informática” vem da junção de duas palavras: informação e automática. Ou seja, é o uso da tecnologia para lidar com informações de maneira prática.


No dia a dia, usamos a Informática em várias situações, como quando pesquisamos na internet, enviamos mensagens ou usamos aplicativos no celular.


De acordo com o Brasil Escola (2026), a Informática está ligada ao processamento automático das informações por meio de computadores. Além disso, ela ajuda a transformar dados em informações úteis, facilitando tarefas do nosso cotidiano.


Assim, a Informática não é apenas saber usar um computador, mas também entender como a tecnologia funciona e como ela pode facilitar a nossa vida.


Espero que gostem!


Um abraço afetuoso


Profª Autista: Vany Haddad


Referências


BRASIL ESCOLA. Informática. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/informatica

. Acesso em: 13 abr. 2026.


BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da computação: uma visão abrangente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.

Baseado nas minhas experiências e estudos de Informática.

sábado, 4 de abril de 2026

Uso do Bluetooth sem Internet - O que é? Curiosidades e Dicas de Segurança

Imagem criada pela Inteligência Artificial
 

Hoje vamos conhecer um pouco do Bluetooth, as curiosidades e dicas de segurança.


O Bluetooth é uma tecnologia que conecta aparelhos próximos sem precisar de Wi-Fi ou dados móveis. Ele funciona como um “cabo invisível”, criando uma ligação direta entre dispositivos.

Como funciona?
- Cria uma rede pessoal (PAN) entre aparelhos próximos.
- Permite troca de informações sem depender de internet.
- Consome pouca energia, ideal para dispositivos portáteis.

Exemplos práticos:
- Ouvir música em fones ou caixas de som sem fio.
- Transferir fotos e arquivos entre celulares.
- Usar teclado, mouse ou controle sem fio no computador.
- Conectar o celular ao carro para chamadas e música.
- Sincronizar relógios e pulseiras fitness com o celular.

 Diferença para o Wi-Fi
- Bluetooth: ideal para conexões rápidas, simples e de baixo consumo de energia.
- Wi-Fi: usado para grandes volumes de dados e acesso à Internet.

Dicas de uso com segurança:

- Desative quando não estiver usando para evitar conexões indesejadas.
- Aceite conexões apenas de dispositivos conhecidos.
- Não compartilhe arquivos com desconhecidos em locais públicos.
- Mantenha o sistema do celular atualizado, pois as atualizações corrigem falhas de segurança.
- Use senhas ou autenticação quando disponível, especialmente em dispositivos de trabalho.

Em resumo: o Bluetooth é útil para conectar e compartilhar entre aparelhos próximos, mesmo em lugares sem sinal de Internet.

Referências
- Portal Insights – Dá para usar Bluetooth sem internet? Disponível em: https://www.portalinsights.com.br/perguntas-frequentes/da-para-usar-bluetooth-sem-internet / Acesso em 4 de abril de 2026.

- Redway – O Bluetooth funciona sem Wi-Fi ou serviço de celular?. Disponível em: https://pt.redway-tech.com/does-bluetooth-work-without-wi-fi-or-cell-service/ Acesso em 4 de abril de 2026

- Segredos do Mundo – 18 curiosidades incríveis sobre o Bluetooth. Disponível em: https://segredosdomundo.r7.com/curiosidades-sobre-o-bluetooth/ Acesso em 4 de abril de 2026

A história do Bluetooth – TecMundo. Disponível em https://youtu.be/FsoMcoIaevU?si=Z8ItzY4oxqM1VejI / Acesso em 3 de abril de 2026


Espero que tenham gostado.

Um abraço afetuoso

Profª Aurista: Vany Haddad 

quinta-feira, 19 de março de 2026

AUTISMO - HISTÓRIA E DEFINIÇÕES - VERSÃO ATUALIZADA - Parte 1

Boa noite!

Hoje vamos falar sobre o Autismo.
Atualizei algumas informações

Esse tema, será dividido em 4 partes.
Nessa primeira parte vamos entender a história, as definições, as curiosidades e os níveis do Autismo.

O Autismo foi descrito pela primeira vez em 1943 pelo Dr. Léo Kanner (médico austríaco residente em Baltamore, nos EUA), escreveu um artigo originalmente em inglês. O conceito de Autismo tem como definição uma doença das linhas das psicoses, caracterizada por isolamento extremo, alterações de linguagem representada pela ausência de finalidade comunicativa, rituais do tipo obsessivo com tendência a mesmice e movimentos repetitivos.
Nesta abordagem, a doença tinha suas origens em problemas nas primeiras relações afetiva entre a mãe e o filho, que comprometiam o contato social, ideia extremamente definida até meados dos anos 70, mas atualmente é definido como um conjunto de base orgânica, com implicações neurológicas e genéticas.
Hoje o Autismo é uma área de intenso interesse em que diferentes estudos estabelecem e promovem desde alterações conceituais até modificações terapêuticas de fundamental importância.
O “isolamento autístico extremo”, levava as pessoas a negligenciar ou recusar o contato com o ambiente, e esse comportamento podia estar presente. Assim, algumas mães costumavam recordar que o filho não fazia contato visual com as pessoas. Evidente que a maior parte desse sinal do autismo era identificada respectivamente de modo que o problema na aquisição de fala, costumava ser os sinais de que algo estava errado.
As crianças também tinham dificuldade em generalizar conceitos, tendo a usá-los de modo lateral e associada no qual foram ouvidos pela primeira vez. Até os cinco ou seis anos, apresentavam ecolalia e não usavam o pronome “eu” para se referirem a si mesma. Para manifestarem um desejo, repetiam com a mesma entonação a frase ou pergunta que haviam escutado de outros.
Ainda nos anos 60, apareciam os primeiros sinais da concepção que nas décadas seguintes se constituirá uma nova hegemonia no campo psiquiátrico. Três dessa mudança, bastante interdependentes entre si, merecem ser destacados.

Definições:

A causa do Autismo é desconhecida, no entanto, alguns investigadores atribuem-no as alterações bioquímicas, mas todos os outros o associam a distúrbios metabólicos hereditários, encefalites, meningite, rubéola, contraída antes do nascimento, ou lesões cerebrais. Porém, existem bastante incertezas e dúvidas na relação do Autismo com outras doenças. Contudo, o Autismo afeta o Sistema Nervoso, em diferentes áreas: capacidade de interação social e de comunicação, são algumas áreas afetadas.
Muitos autistas não têm linguagem verbal e noutros casos o uso da linguagem é muito limitado ou literal.

Os autistas, seguem rotinas de forma extremamente rígida, ficando perturbados quando qualquer acontecimento impede ou modifica essas rotinas, muitas vezes, a frequência do balanço do corpo, os gestos e os sons repetitivos, acontece em situações de maior ansiedade ou irritação e quando não o entende.
O único estudo epidemiológico no Brasil, estimou uma prevalência de 0,3% de crianças autistas, mas estudos recentes demonstram nos Estados Unidos e na Coréia do Sul, a prevalência de mais de 1%.
Pesquisas relatam que as crianças autistas atualmente respondem muito bem a intervenção precoce e intensiva (antes dos 5 anos), às estratégias de manejo dos comportamentos, ações educacionais e saúde integrada. A demanda por informação e orientação nessa área tem aumentado devido às mudanças recentes da legislação educacional, que agora exigem a inclusão do indivíduo diagnosticado com autismo na escola.
É conhecido como Transtorno do Espectro Autista.

"De acordo com o último Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), o Transtorno do Espectro do Autismo “é definido pela presença de déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, atualmente ou por história prévia" (fonte: Neuroconecta).

Em 2025 entrou em vigor o CID-11, documento organizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde, e o número 11 refere-se à última revisão publicada. O objetivo da CID-11 é gerar diagnósticos muito mais assertivos, coletando dados estatísticos atualizados e permitir o planejamento de ações assistenciais e políticas públicas, ajudando profissionais e criando uma linguagem padronizada para diagnósticos e estratégias, por exemplo.
A principal diferença entre esses manuais é que enquanto o DSM se dedica apenas aos transtornos mentais, a CID detalha de forma mais ampla todas as definições de doenças, problemas e condições de todos os campos da saúde, sendo um documento referência para médicos e profissionais do mundo todo. (fonte: Genial Care)
Com a atualização para a CID-11, a OMS faz ajustes importantes em como entendemos e falamos sobre autismo, além de criar ainda mais singularidade nas possibilidades do espectro.


Autismo não tem cura - Autismo tem tratamento.
Por não se tratar de doença, logicamente não tem cura, porém tem tratamento e este deve acontecer ao longo de toda a vida, pois o tratamento possibilita que a pessoa autista possa se desenvolver, adquirir habilidades sociais e conquistar autonomia e independência.

Autismo não se adquire ao longo da vida - Autismo pode ser diagnosticado ao longo da vida.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o autismo não pode ser desenvolvido ao longo da vida. Uma pessoa não "vira" autista porque recebeu o diagnóstico. Na verdade o autismo sempre esteve ali, as dificuldades também, a diferença é que com o diagnóstico passa-se a ter conhecimento das razões pelas quais essas dificuldades se fazem presentes e assim a pessoa passa a ter maiores chances de conhecer a si mesma, receber o tratamento adequado e ter mais qualidade de vida.

É uma condição invisível. Não há características físicas que o caracterizem. E se for autismo moderado, as expectativas sobre comportamento e desempenho são altas. Esperamos que, se souberem falar, possam se comunicar para conversar, expressar suas emoções e ter empatia com o outro. Acreditamos que eles podem tomar decisões, resolver problemas e ser independentes porque são inteligentes. Eles podem ser flexíveis e se adaptar às mudanças, porque não precisam de histórias sociais ou pictogramas.


Crianças com autismo apresentam desenvolvimento atípico de regiões cerebrais conectadas à amígdala, uma estrutura cerebral do tamanho de uma amêndoa envolvida no processamento do medo e de outras emoções, segundo um novo estudo .

As regiões do cérebro mais afetadas variam entre meninos e meninas autistas, o estudo também mostra, aumentando o crescente corpo de evidências de diferenças sexuais no autismo, dizem os pesquisadores.

Uma melhor compreensão do desenvolvimento da amígdala e sua conectividade pode ajudar no desenvolvimento de novos biomarcadores para estudar o cérebro e a saúde social”, diz Emma Duerden , professora assistente de psicologia aplicada na Western University em Londres, Canadá, que não esteve envolvida no estudo.

AMÍDALAS CEREBRAIS:

A amígdala é um centro central para os circuitos cerebrais envolvidos na função social. Estudos anteriores descobriram que ele está aumentado em algumas crianças autistas em comparação com crianças não autistas, uma diferença que pode estar ligada à ansiedade e à depressão .

Crianças autistas tinham regiões cerebrais maiores conectadas à amígdala do que crianças não autistas em todas as idades. As diferenças cresceram ao longo do tempo e foram mais aparentes entre as crianças autistas com dificuldades sociais proeminentes. Os pesquisadores não encontraram diferenças no tamanho das áreas do cérebro não diretamente conectadas à amígdala entre crianças com e sem autismo.

Lee observa que seu estudo examinou o papel do sexo biológico no autismo. “No entanto, o papel da identidade de gênero pode ser igualmente importante”, diz ele. “A identidade não conforme de gênero é notavelmente comum no autismo, mas tem recebido muito pouca atenção.”

É preciso olhar para o/a aprendiz como um ser único e complexo, que tem potencial para expandir suas aprendizagens. Ver cada estudante como um ser humano com desejos, encantos e desencantos, e não olhar apenas para o diagnóstico! 


Referências:

Artigo: As áreas cerebrais ligadas à amígdala crescem de forma diferente no autismo. Disponível em: https://doi.org/10.53053/QVZJ8294 / Acesso em agosto de 2022

GAIATO, Mayra (2022)

https://neuroconecta.com.br/Acesso em agosto de 2022

https://genialcare.com.br/blog/cid-11-o-que-muda/Acesso em março de 2026


Espero que tenha gostado 

Um abraço afetuoso

Profª Autista: Vany Haddad

domingo, 1 de fevereiro de 2026

O Que é Criptografia?


Boa tarde!

Hoje vamos falar sobre a criptografia, como ela funciona e a importância dela.


O Que é Criptografia? 

  

Criptografia é uma tecnologia usada para proteger informações na Internet. Ela transforma dados que podem ser lidos facilmente em códigos, impedindo que pessoas não autorizadas tenham acesso a essas informações. 

  

Sempre que você envia uma mensagem, faz uma compra online ou acessa o aplicativo do banco, a criptografia está trabalhando para manter seus dados seguros. 

  

Como a Criptografia Funciona? 

  

A criptografia utiliza chaves e funções matemáticas para proteger as informações. Veja os principais conceitos: 

  

CHAVE PÚBLICA: 

  

A chave pública pode ser compartilhada com qualquer pessoa. Ela é usada para enviar informações de forma segura, como acontece ao acessar um site com HTTPS. 

  

CHAVE PRIVADA: 

  

A chave privada é secreta e pertence apenas ao dono da informação. Ela é usada para ler ou desbloquear os dados criptografados. 

  

Essas duas chaves trabalham juntas e são muito usadas em sistemas bancários, assinaturas digitais e segurança de sites. 

  

FUNÇÕES DE HASH: 

  

As funções de hash transformam uma informação em um código único, que não pode ser revertido ao texto original. Elas são muito usadas para: 

  

  • proteger senhas; 

  • verificar se um arquivo foi alterado; 

  • garantir a integridade das informações. 

  

Se algo mudar no dado original, o hash também muda, ajudando a identificar possíveis fraudes. 

  

Por que a Criptografia é Importante? 

  

Sem criptografia, dados pessoais, senhas e informações financeiras ficariam expostos na internet. Com ela, é possível garantir: 

  

  • Privacidade 

  • Segurança 

  • Confiança nas comunicações digitais 

  

CONCLUSÃO: 

  

A criptografia é essencial para o uso seguro da internet. Entender conceitos como chave pública, chave privada e hash ajuda a usar a tecnologia de forma mais consciente e responsável no dia a dia. 

 

REFERÊNCIAS: 

CERT.br – Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil. Cartilha de segurança para Internet. Disponível em: https://cartilha.cert.br. Acesso em: 1 fev. 2026. 

KASPERSKY. O que é criptografia? Disponível em: https://www.kaspersky.com.br/resource-center/definitions/what-is-encryption. Acesso em: 1 fev. 2026. 

NIC.br – Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR. Segurança e privacidade na Internet. Disponível em: https://www.nic.br. Acesso em: 1 fev. 2026. 

 
Espero que gostem! 
 
Um abraço afetuoso 
 
Profª Autista: Vany Haddad