sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Parte 2: Definição da Paralisia Cerebral

 Boa tarde!

Hoje vamos falar sobre a definição da Paralisia Cerebral:

A definição mais adotada pelos especialistas é de 1964 e caracteriza a PC como um distúrbio permanente embora não invariável do movimento e da postura, devido o defeito ou lesão não progressiva do cérebro do começo da vida.

A PC é caracterizada por uma alteração dos movimentos controlados ou posturais da pessoa, aparecendo desde cedo, sendo secundária a uma lesão, danificação ou disfunção do Sistema Nervoso Central (SNC) e não é reconhecido como um resultado de uma doença cerebral progressiva ou degenerativa. Pode ocorrer no pré, peri ou pós - natal.

A desordem motora na paralisia cerebral pode ser acompanhada por distúrbios sensoriais, perceptivos, cognitivo, de comunicação e comportamental, por epilepsia e problemas musculoesqueléticos secundários. A paralisia cerebral descreve um grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento do corpo e postura, atribuído a um distúrbio não progressivo que ocorre durante o desenvolvimento do cérebro fetal ou infantil, podendo contribuir para as limitações no perfil de funcionalidade da pessoa. Podem ocorrer desde cedo, ou seja, antes da criança andar, falar, manipular objetos, fazer as AVDs (Atividades de Vida Diária), etc. Por isso os três primeiros anos de vida são importantes para resultar a PC.

Além das alterações citadas acima, a criança pode ter distúrbios de sono, dificuldade na fala, transtorno de personalidade e de ansiedade, é comum presença de crises convulsivas. Já os músculos secundários que são rigidez articular, deslocamento do quadril, deformidade da coluna, podem se desenvolver ao longo da vida e estão relacionados ao crescimento físico.


Espero que tenha gostado!

Um abraço

Profª Vany Haddad


Fontes da pesquisas

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_paralisia_cerebral.pdf

https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/8886/6419

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Parte 1: História da Paralisia Cerebral

 Boa tarde!

Hoje vou contar um pouco sobre como surgiu a Paralisia Cerebral.


A Paralisia Cerebral foi descrita pela primeira vez em 1843 por William John Little, um ortopedista inglês que estudou 47 crianças com quadro clínico de espasticidade, as quais apresentavam histórico adverso ao nascimento, tais como:

  1. apresentação pélvica;
  2. prematuridade;
  3. dificuldade no trabalho de parto;
  4. demora em chorar e respirar ao nascer;
  5. convulsões e coma nas primeiras horas de vida.
Essa terminologia foi proposta por Sigmund Freud, em 1893, o qual identificou três principais fatores causais:
  1. materno e congênito (pré - natal);
  2. perinatal;
  3. pós - natal;
Desde então, diversas áreas de atenção à saúde das pessoas com Paralisia Cerebral (PC) têm buscado estudar e propor visões terapêuticas de modo a prevenir, minimizar sequelas e potencializar as capacidades. Atualmente, os avanços de neonatologia permitem reduzir todas as taxas de mortalidade em bebês de alto risco (extremo baixo peso ao nascer, prematuro extremo, anoxia neonatal, etc.) os quais apresentam morbidades com maior risco para déficit de desenvolvimento e outras consequências. Dados afirmam que a Paralisia Cerebral afeta cerca de duas crianças a cada 1.000 nascidos vivos em todo o mundo, sendo a causa mais comum de deficiência física grave na infância.
A recente mudança observada na área da Saúde deixa de centrar-se na doença para focar-se na identificação do impacto funcional individualizado consequente de condições como a PC. Essa mudança resultou no desenvolvimento de novos modelos de classificação, instrumentos de avaliação funcionais e intervenções que incorporam a unidade pessoa - ambiente e ampliando o dimensionamento da atenção da saúde da pessoa com PC.


Mas você sabe o que é Paralisia Cerebral?
Não deixe de conferir a parte 2 desse assunto.

Espero que tenha gostado!!

Um abraço

Profª Vany Haddad

Fonte da pesquisa:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_paralisia_cerebral.pdf
https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/8886/6419

domingo, 23 de agosto de 2020

Família e Escola

 Boa noite!!

Hoje iremos falar sobre a importância da parceira entre família e escola no desempenho escolar das crianças.

O contexto escolar tem se inserido cada vez mais cedo na vida das crianças. Por isso, é importante que a família e a escola atuem em parceria, onde seus papéis fiquem bem delimitado quanto a educação da criança. Partindo dessa ideia, propõe-se uma reflexão sobre a relação família/escola.

Quando a questão é educação, a pergunta que poderá segui-la é se existe uma maneira de se preparar para exercer o papel de pai ou mãe. De acordo com os especialistas, a resposta é não, o que significa uma grande diferença entre ser pai e mãe e ser professor, uma vez que assumem papéis distintos. Apontam que enquanto o professor possui uma bagagem teórica e metodológica que lhe proporciona condições de avaliar seu trabalho, pai e mãe aprendem com a prática, a partir do momento que tem o filho. Antes disso é somente idealização. Especialistas consideram uma injustiça educar os filhos da mesma forma, uma vez que cada um é diferente.

Quanto à idade certa para se estabelecer limites para os filhos, outra pergunta muito comum, especialistas afirmam que é desde o nascimento. Ou seja, apesar da criança pedir comida, colo, por meio do choro, ela não terá a mãe 24 horas por dia, o ideal é estabelecer horário para cada coisa. Quando a criança chora e a mãe diz para esperar um pouco que logo irá cuidá-la, ela está colocando um limite. Chamam a atenção para a ideia errônea de limites que muitos têm, sendo que o mesmo prepara para a vida em sociedade.

O papel da escola além de proporcionar a aquisição do conhecimento, é educar para o convívio com várias pessoas. Cabe à família o papel de transmitir os valores morais e a ideologia da vida, e serem firmes quanto a isso. Os pais devem ensinar isso através do exemplo.

Os pais devem impor limites desde cedo aos seus filhos, para prepará-los para sociedade.

Nesse tempo de Pandemia, é muito importante essa parceria, além de ser um momento difícil para todos, é fundamental o acompanhamento no desempenho escolar do aluno.

A família e a escola, desempenham um papel importantíssimo na vida das crianças.

As crianças precisam de pessoas para que o desenvolvimento dela seja bem sucedido.


"Educação é lapidação." Léo Fraiman


quarta-feira, 8 de abril de 2020

Brincadeiras Para As Crianças na Quarentena


 Boa tarde!!

Nesse momento difícil, sem poder sair devido a quarentena. Que tal transformar esse momento em brincadeiras dirigidas e divertidas para as crianças? Vamos brincar?





Algumas sugestões de brincadeiras dirigidas para toda família:
·       Jogos de tabuleiro (a partir de 6 anos)
·       Dominó (a partir de 4 anos)

·       Amarelinha (a partir de 4 anos). Como Jogar:
1.   Cada jogador precisa de um objeto pequeno.
2.    Atire o objeto em uma casa que não pode ser pisada, seguindo até o “Céu”, pulando de um pé só, sem cair.
Como desenhar?
Desenhe a Amarelinha no chão com giz, conforme a imagem abaixo:





     





  • Dança da Cadeira (a partir de 2 anos)
  • Corre cutia (a partir de 2 anos)

Como brincar?
1.   Os participantes sentam-se em uma roda e cobrem os olhos. Um deles anda em volta com um lenço na mão para deixar atrás de um dos amigos e vai cantando.
2.   O jogador que achar o lenço corre atrás do que jogou. Depois disso ele senta e a brincadeira recomeça.

  • Passa Anel (Acima de 6 anos)

Como jogar:
1.    Escolha um jogador para passar o anel.
2.    Cada participante fará uma conchinha com as mãos.
3. Passa o anel por dentro das mãos dos participantes.
4. Deixa o anel cair em uma das mãos sem que ninguém perceba.
  •    Boliche (Todas as idades)
  •    Futebol (A partir de 3 anos)
  •    Massinha de Modelar (Todas as idades)
  •    Esconde-esconde (Todas as idades)
  •    Encaixe as peças (0 a 5 anos)
  •    Jogo da Memória (Acima de 3 anos)
  •    Estátua (Todas as idades)
  •    Jogo da velha (Acima de 4 anos)

Antes de brincar, lavem bem as mãos com água e sabão!! Depois de brincar, lavem de novo as mãos com água e sabão!!


Fiquem em casa!! Se cuidem!!

Espero ter ajudado vocês e que gostaram das dicas!!

Um grande abraço

Prof. Vany Haddad

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Pensar faz parte do desenvolvimento da criança

O conceito de uma criança vai muito além do desenvolvimento humano. Embora parece óbvio dizer que uma criança pensa, na verdade não é, porque muitos pais e professores não permitem isso acontecer. Segundo o RCNEI(Referencial Curricular Nacional Para Educação Infantil), criança é um sujeito histórico, capaz de pensar, criar, narrar fatos, interagir com pessoas e objetos, conhecendo a si mesmo, o outro  e o mundo ao seu redor.

Mas como o cérebro da criança funciona?

Segundo o Léo Fraiman, Psicoterapeuta e Mestre em Psicologia Educacional e Desenvolvimento Humano, pela USP,  em seus estudos acerca da Neurociencia, evidenciou que uma parte do nosso cérebro, cerebral denominada córtex frontal, é a área responsável pela cognição, ou seja, que pensa. Pensa em consequência, cria causa  e efeito e tomadas de decisões.
Ela é desenvolvida pelo treino. Ele ainda diz:"Se uma não é treinada a esperar, a criar, a negociar, a ceder e a se frustrar  você está alejando a criança."
Então, não importa a idade da criança, ela precisa ser treinada e ensinada a pensar e a criar por si só.

Vou deixar uma parábola para vocês refletirem sobre isso:

A parábola do Pêssego
Um professor sufi tinha o hábito de contar uma parábola ao final de cada aula, mas os alunos nem sempre entendiam a mensagem dela.
– Professor – um de seus alunos disse desafiadoramente um dia – você sempre nos conta uma história, mas nunca explica seu significado mais profundo.
– Peço desculpas por ter realizado essas ações – o professor pediu desculpas – me permita reparar o meu erro, vou lhe oferecer meu delicioso pêssego.
– Obrigado professor.
– No entanto, gostaria de lhe agradecer como merece. Você pode me deixar descascar o pêssego?
– Sim, muito obrigado – o estudante ficou surpreso, lisonjeado com a gentil oferta do professor.
– Você gostaria que, já que eu tenho a faca na minha mão, eu corte em pedaços para ficar mais confortável para você?
– Eu adoraria, mas eu não gostaria de abusar da sua generosidade, professor.
– Não é um abuso se eu ofereço a você. Eu só quero agradar você em tudo que puder. Deixe-me mastigar antes de dar a você também.
– Não professor, eu não gostaria que você fizesse isso! – o aluno reclamou surpreso e aborrecido.
O professor fez uma pausa, sorriu e disse:
– Se eu explicasse o significado de cada uma das histórias para meus alunos, seria como dar-lhes a comer frutas mastigadas.

Como dito anteriormente, muitos pais e professores, fornecem atividades e situações prontas para as crianças, sem que seja necessário o exercício da criatividade e tomada de decisão para superar as dificuldades apresentadas pela vida. Por isso é importante, como diz Maria Montessori, deixar as crianças fazerem as coisas por si só e pensarem em soluções para os problemas cotidianos.
Para professores, tenho algumas dicas:

Para começar, é importante dizer que além de ensinar os conteúdos convencionais, precisamos ensinar os alunos a criarem e pensarem por si mesmas nas atividades. Isto, além de treinar o cérebro da criança, estimula seu raciocínio lógico.
Vamos pensar nas possíveis atividades que podemos fazer.
Vale ressaltar que é preciso demonstrar interesse nos alunos independente dos conteúdos.
Por exemplo:
Quando resolver um problema de matemática, deixa a criança resolver sozinha. Estimula ela a pensar dizendo:"Você consegue! Vamos pensar juntos! Como você chegou nesse resultado!"
As vezes a maneira dela desenvolver a solução do problema é diferente da sua, todavia os resultados permanecem iguais para os dois

Entre outras atividades e matérias até mesmo buscadas no Google, permitem a criança a buscar respostas e soluções para aquela pergunta e/ou problema.

Isso vale para a escola, e para a vida toda.

Ensine a criança a pensar e não o que pensar, a criar!! Dê a ela liberdade de imaginação e criação!!
Espero que eu tenha ajudado vocês!!

Um abraço

Prof. Vany Haddad

terça-feira, 15 de outubro de 2019

O Raciocínio-lógico Matemático da criança, segundo Piaget.



Boa noite!!
Hoje iremos falar sobre o Raciocínio-lógico Matemático da criança.
Logo depois listarei dicas de como trabalhar a Matemática e a importância dela no nosso dia a dia.

A Matemática é um bicho de sete cabeças para você? E para o seu filho?


Eu tenho uma grande novidade para vocês pais e professores: Eu descobri em meus estudos que nós usamos a Matemática o tempo todo!
Mas, muitos professores e pais, acham que nas aulas que tiveram com os professores, que essa disciplina não ia ter valor nenhum na vida deles, até eu achava isso! Vocês sabiam que os nossos professores nos ensinaram isso? Pois é, pessoal, antigamente a Matemática era vista como decoreba e memorização, tudo era cópia, e os professores não aceitavam a nossa criatividade, em resoluções de cálculos, de problemas, fórmulas, enfim, precisávamos decorar tudo, para fazermos a avaliação que eles propunham para nós. Então, tudo isso foi ensinado, a cópia! Muitas escolas, infelizmente até hoje é assim! Nós vivemos em um mundo tecnológico, onde o acesso às informações, tornou-se mais fácil para todos! Quando usado da forma correta, ajuda no desempenho escolar do aluno, sendo bem visto nas escolas. Assim, ajudamos os alunos em suas dificuldades por meio do acompanhamento! Hoje, sabemos que existem várias formas de aprender Matemática. Nesta postagem vou mostrar maneiras de trabalhar de forma prática e educativa com os pequenos.

Inúmeros estudos pedagógicos, enfatizam diferentes formas de ensinar Matemática. 
Segundo Piaget, a Matemática é resultado do processo mental da criança em relação ao cotidiano, mediante as atividades de se pensar o mundo por meio da relação com objetos. Dessa forma não podemos pensar o ensino da Matemática de acordo com o sistema tradicional de Educação, caracterizado pela repetição e verbalização de conteúdos. Piaget considera o método tradicional fracassado, pois o mesmo trata a criança como um ser apático e vago. Suas ideias refletiam sobre um ensino formador de raciocínio lógico matemático que conduz a interpretação e compreensão.
Diante disso, o profissional da Educação deve promover situações que induzam os alunos a encontrarem soluções práticas e corretas, de acordo com os níveis identificados. A Matemática deve ser utilizada como um instrumento capaz de promover a interpretação de acontecimentos que estão ao nosso redor e pelo mundo, contribuindo na formação de pessoas com níveis de conscientização quanto aos princípios da cidadania. Esse modelo de elaboração do pensamento lógico-matemático desperta nas crianças uma ação x reflexão, capaz de instruir o conhecimento sobre os diferentes estágios de inserção, onde as particularidades individuais sejam respeitadas e que todos caminhem no mesmo rumo ao aprendizado.



Mas, qual é a idade para trabalhar o raciocínio lógico matemático?
Não existe idade para trabalhar! A questão da Brincadeira para trabalhar isso, é fundamental
Nela as crianças aprendem regras, a dividir, as quatro operações matemáticas, os números
Por exemplo: Quando ela vai fazer uma fila de blocos ou de tampinhas de garrafas, e vários outros materiais, ela começa a contar junto com o professor e os colegas a quantidade. Então, através do Brincar, ela constrói conhecimentos e desenvolve o raciocínio lógico matemático nas interações recebidas, desde a educação infantil.
Para se ter uma ideia, o fato da criança estar inserida naquele meio, naquela missão de participar da Brincadeira, já a coloca dentro da lógica da atividade. Junto a isso, temos um fato de muitos brinquedos para esse fim.



Dicas para trabalhar Matemática desde a educação infantil ao Ensino Fundamental 1:



Criança gosta de brincar, então nada melhor do que ensinar a Matemática brincando:


Lego: São brinquedos excelentes para estimular o raciocínio, pois os encaixes induzem a criança a criar figuras ou construções a partir da interação dela durante a brincadeira.



Brinquedos diversos de acordo com a idade: São bastante importante para o raciocínio e o aprendizado da criança, isso mostra ela aprendendo as quatro operações, mas principalmente a divisão.



Quebra cabeça: essa brincadeira é ideal, pois é uma atividade extremamente rica para o cérebro. O fato de induzir a criança a montar as peças apresenta um motivo e tanto para que o raciocínio lógico do pequeno consiga ser trabalhado de maneira bastante satisfatória. Os quebra cabeças de hoje estão muito mais interativos, pois apostam em cores mais vivas para estimular as crianças.



Jogos de Sequências Lógicas: essa brincadeira é constituída por figuras que procuram representar a ordem de uma cena, por exemplo. O jogo tem por objetivo estimular que as crianças consigam colocar as figuras na sequência exata para que façam sentido ao que foi proposto.



Tabuleiros: Nos casos de crianças maiores, há brincadeiras que envolvem itens como números e operações matemáticas. Jogos de tabuleiro são ótimos para desenvolver o raciocínio lógico e estratégia das crianças.



Jogo da memória: Além de estimular o raciocínio, ajuda a criança a pensar onde está determinada peça que contém figuras ou números iguais.



Atividades em sala de aula: Existem inúmeras atividades a se trabalhar em sala. Além de todas as brincadeiras mencionadas acima, outras atividades podem desenvolver a curiosidade dos pequenos. São várias formas de fazer a criança pensar, para chegar a um determinado resultado de uma resolução de problemas ou cálculos matemáticos, sempre ensinados de forma correta.


Dica com o Material Dourado:


Um bom instrumento usado para selecionar perguntas e soluções-problemas de forma lúdica e divertida, deixando a criança ter contato com o material.



Não deixe de estimular a criança no ambiente doméstico. (Dica para pais)



Lembre-se que tudo o que for fazer, deve respeitar a idade da criança.



O mais importante: Mostre a criança que a Matemática pode ser divertida, e que em qualquer situação da vida dela, ela pode resolver problemas, e até se divertir, indo em mercados, mexendo com dinheiros, moedas, enfim, qualquer material.



A Matemática pode ser divertida, se nós professores ensinarmos de forma lúdica para despertar o interesse das crianças em aprender!



"Sem afetividade, não há aprendizagem!" Henry Wallon



Espero que tenham gostado!!

Um abraço

Vany Haddad

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

PARTE 4 - O PROFESSOR E O ALUNO AUTISTA + REFLEXÃO

Bom dia!!

Na parte 4, vamos entender o papel do professor com o aluno autista, e no final deixarei uma reflexão a vocês.

O Professor e o Aluno Autista
O Professor é a pessoa mais importante no processo de aprendizagem do aluno. Como educadores, devemos nos conscientizar disso e procurar obter uma melhor compreensão de como o aprendizado ocorre. O modo de agir deve ser igual para todos.
A pessoa autista apresenta dificuldade na comunicação verbal e não verbal, tornando-se necessário o emprego de frases simples e diretas para facilitar o entendimento. Os autistas são visuais, por isso, para deixar a aprendizagem mais lúdica, é importante mostrar imagens a expressão por meio da arte, pode ser trabalhado várias habilidades psicomotoras, como: coordenação motora, raciocínio lógicos e regras.

Reflexão
Muitas pessoas pensam que os autistas, por terem um comportamento inapropriado, pensam que são malcriados e impossíveis de lidar. Esses pensamentos sobre eles não fazem deles uma pessoa melhor. O que faz a diferença é tratá-los com amor e respeito, igualdade, pois eles têm qualidades e habilidades assim como todos nós.
Inclua, acolhe e entenda! Os autistas são pessoas normais!

Espero que eu tenha ajudado vocês!

Um abraço

Vany Haddad (Pedagoga)